BIOHERBICIDA DE Thichoderma koningiopsis COMBINADO COM HERBICIDA GLIFOSATO PARA CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS RESISTENTES
Palavras-chave:
Amaranthus spp., Bioherbicida, Glycine max, Glyphosate, SinergismoResumo
Segundo a International Survey of Herbicide Resistant Weeds, cerca de 391 casos de resistência a glifosato foram registrados no mundo. No Brasil, 12 espécies vegetais apresentam algum tipo de resistência, dentre elas, o Caruru (Amaranthus spp.) que se destaca pela dificuldade de controle e redução de até 38% da produtividade da soja (Glycine max). Nessa perspectiva, o presente trabalho testou duas diferentes fermentações do fungo Trichoderma koningiopsis que possui enzimas e compostos químicos com potencial bioherbicida, já avaliados pelo grupo de pesquisa, afim de reduzir a dose bula do sal potássico de glifosato no controle de caruru resistente coletado de lavouras com uso sequente do herbicida. O experimento foi conduzido em casa de vegetação do Laboratório de Agroecologia da Universidade Federal da Fronteira Sul – Campus Erechim, utilizando Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC), com dez tratamentos utilizando doses fracionadas de sal potássico de glifosato, associadas ou não aos bioprodutos. As aplicações ocorreram aos 30 dias após a emergência e as avaliações aos 39 DAE, com base em análises morfológicas e visuais. Os resultados indicaram interação sinérgica entre os bioprodutos e o herbicida em parte dos espécimes avaliados, destacando que havia diferentes níveis de resistência entre eles, dificultando conclusões sobre o trabalho.
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