AFERIÇÃO DA UMIDADE DO AR NO LABORATÓRIO DE PESQUISA CIENTÍFICA UTILIZANDO UM HIGRÔMETRO DIGITAL.

Autores

  • John Klaus Vallim Esper Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Roberta Letícia Kruger
  • Marcos Felicetti Universidade Federal da Fronteira Sul Campus Laranjeiras do Sul

Palavras-chave:

Pós secos; força capilar; umidade, higrômetro.

Resumo

Geralmente, a força de adesão entre uma partícula pulverulenta e uma superfície é devida às forças de Van der Waals, eletrostática e capilar, mas o predomínio de uma ou várias destas forças depende das condições locais durante os experimentos e das propriedades físico-químicas dos materiais em contato. Todas estas forças, em tese, são afetadas pelo formato da partícula, pela rugosidade da superfície, pelo tamanho da partícula, pela umidade relativa do ar e pela pressão de aplicação do contato. Aferir a umidade relativa do ar no laboratório durante os experimentos com materiais pulverulentos é muito importante para verificar a interação entre partículas de pós secos e superfícies, sobretudo, nas pesquisas desenvolvidas nos cursos de graduação da engenharia de alimentos e engenharia química e pós-graduação em ciência e tecnologia de alimentos da UFFS.

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Publicado

13-10-2026

Edição

Seção

Engenharias - Campus Laranjeiras do Sul