SER PROFESSOR/A ‘ENTRE CULTURAS’
UM OLHAR PARA O SUL DO BRASIL
Palabras clave:
Interculturalidade, Formação de professores, Sul do BrasilResumen
Propomos pensar a interculturalidade como conceito estruturante, isto é, como campo teórico na formação de professores no tempo presente no Sul do Brasil. Iniciamos com a seguinte pergunta: o que nos possibilita sermos professores em uma perspectiva ‘entre culturas’? O objetivo é apresentar a interculturalidade como possibilidade teórica na formação de professores em uma territorialidade marcada por processos históricos marcados pelos privilégios da branquitude. O recorte espacial justifica-se pela constituição sócio-histórica e pelos recentes processos de migrações internas e latino-americanas, nos quais identidades e línguas sugerem modificações nos processos educacionais, que, por sua vez, incidem sobre a formação de professores. O diálogo estabelece-se com Walsh (2009), Candau (2008; 2020) e hooks (2013; 2021), que assumem uma proposta pautada no respeito, na equidade e na justiça social frente à diversidade cultural, de saberes e de conhecimentos em instituições educacionais, e de maneira efetiva, na formação de professores. Aponta-se para a construção de processos dinâmicos de inclusão da diversidade de sujeitos (corpos, identidades, culturas), que, em geral, são subalternizados pelo viés da universalidade cultural ocidental.
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