Educação patrimonial e museologia no aeroporto do Parque Nacional do Iguassu

a extensão universitária e a valorização do patrimônio cultural

  • Marcos Moraes de Mendonça
  • Rosângela dos Santos Becker
  • Pedro Louvain de Campos Oliveira
Palavras-chave: Aeroporto do Parque Nacional do Iguassú, Educação Patrimonial, História, Memória

Resumo

Foz do Iguaçu é uma cidade centenária e turística, porém em relação à preservação do seu patrimônio cultural e da sua memória, ainda está dando os primeiros passos. Nesse sentido o Espaço de Memória do GRESFI tem como objetivo valorizar esses aspectos por meio da educação patrimonial e da museologia social, no antigo Aeroporto do Parque Nacional do Iguassú, de 1941, como resultado de uma parceria entre a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) o clube GRESFI, proprietário dos prédios históricos. O primeiro aeroporto da cidade é repleto de histórias fantásticas, desde sua ligação com o Parque Nacional do Iguaçu, como em relação com o contexto geopolítico internacional e o desenvolvimento municipal. O artigo visa discutir a experiência extensionista na criação do circuito de visitação histórico cultural e o Espaço de Memória do GRESFI, fazendo um paralelo com o campo da museologia, a partir da descrição do acadêmico acerca do seu trabalho como educador patrimonial ao longo do projeto. Foram recebidos mais de 300 visitantes da comunidade em geral, com públicos de diversas idades, níveis escolares e pessoas com deficiência, sendo de grande valia para o impacto na formação dos discentes, uma vez que se utiliza de distintas metodologias para atender às demandas comunitárias. Por fim, foi possível observar como as bases da museologia se aplicam na práxis do Espaço de Memória, além de observar como as atividades fazem a diferença na valorização do patrimônio cultural em geral.

Publicado
09-11-2022