ANÁLISE ESPACIAL DA MORTALIDADE INFANTIL EM CHAPECÓ E REGIÃO: DESIGUALDADES TERRITORIAIS E INTERFACE COM A SAÚDE DA POPULAÇÃO RURAL

Autores

  • Juliana David Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Gabriela Dantas Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Renne Rodrigues Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Tânia Araújo Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Daniel Bando Universidade Federal de Alfenas
  • Pablo Serafim Universidade Federal de Alfenas
  • Jane Friestino Universidade Federal da Fronteira Sul

Palavras-chave:

Saúde da População Rural; Saúde da Criança; Indicadores de Saúde.

Resumo

O estudo analisou a distribuição espacial da mortalidade infantil nos 27 municípios da Região de Saúde Oeste de Santa Catarina entre 2002 e 2025, considerando as diferenças entre contextos rurais e urbanos. A taxa de mortalidade infantil diminuiu de 12,4 para 9,2 óbitos por mil nascidos vivos entre os períodos analisados, representando redução de aproximadamente 25,8%. Apesar dessa melhora, foram observadas desigualdades entre os municípios, em uma região caracterizada pela concentração urbana e assistencial em Chapecó e pela presença de numerosos municípios pequenos e rurais. Os resultados reforçam a importância de considerar as particularidades territoriais no planejamento da atenção materno-infantil e na interpretação do indicador.

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Publicado

13-10-2026

Edição

Seção

Ciências da Saúde - Campus Chapecó