INTERAÇÃO COMPETITIVA DE HÍBRIDOS DE CANOLA EM CONVIVÊNCIA COM NABO E AZEVÉM

Autores

  • Bruno Prigol Provin Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)
  • Raissa Borges Kuhn
  • Eduardo Henrique Santim Cechet
  • João Eduardo De Mello Artuso
  • Letícia Bampi
  • Felipe Bittencourt Ortiz
  • Rodrigo José Tonin
  • Gismael Francisco Perin
  • Leandro Galon

Palavras-chave:

Brassica napus var. oleífera, Lolium multiflorum, Interação competitiva.

Resumo

A interferência de plantas daninhas é um fator limitante à produtividade da canola, especialmente nas fases iniciais da cultura, devido à competição por água, luz e nutrientes. O objetivo foi avaliar a habilidade competitiva entre híbridos de canola em convivência com azevém e nabo, em diferentes proporções de plantas. O experimento foi conduzido em casa de vegetação da UFFS, Campus Erechim - RS, em delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições. Foram avaliados os híbridos Ceres IMI, Hyola 575 CL, Hyola 61, Nuola 300 e Trophy TT em competição com azevém (Lolium multiflorum) e nabo (Raphanus raphanistrum), utilizando série de substituição nas proporções de 20:0, 15:5, 10:10, 5:15 e 0:20 plantas vaso⁻¹. Aos 50 dias após a emergência foi determinada a massa seca da parte aérea, calculada a produtividade relativa, produtividade relativa total e os índices de competitividade. O aumento de plantas daninhas reduziu a massa seca dos híbridos, com maior interferência na presença de nabo. Ceres IMI e Trophy TT apresentaram estabilidade competitiva com o azevém, enquanto Nuola 300 apresentou melhor desempenho com nabo. Conclui-se que o nabo apresentou maior habilidade competitiva que o azevém, causando maiores reduções na massa seca dos híbridos de canola.

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Publicado

13-10-2026

Edição

Seção

Ciências Agrárias - Campus Erechim