ESTUDO DA MEMÓRIA HÍDRICA EM Phaseolus vulgaris L. CRESCENDO SOB DÉFICIT HÍDRICO

Autores

  • Eduarda Panho Dall Agnol Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Alessandra da S. Rankrape Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Suelen Dariva Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Sabrine Ongaratto Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Emily Balbinó Balestrin Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Kauê de Almeida Stefanski Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Denise Cargnelutti Universidade Federal da Fronteira Sul

Palavras-chave:

Estresse abiótico, plasticidade fisiológica , priming, tolerância à seca

Resumo

O déficit hídrico é um dos principais fatores limitantes da produtividade do feijão (Phaseolus vulgaris L.), comprometendo processos fisiológicos e produtivos. O objetivo do presente estudo foi avaliar as alterações morfológicas e fisiológicas de duas variedades de feijão (Regional e Guabiju) submetidas ao déficit hídrico. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 × 2, com cinco repetições. Aos 40 dias após a semeadura, foram avaliadas as trocas gasosas, a fluorescência da clorofila e os componentes de produtividade. O déficit hídrico reduziu a transpiração, a condutância estomática, a taxa fotossintética líquida e a eficiência do uso da água. A variedade Regional apresentou maior condutância estomática e eficiência do uso da água em relação à Guabiju, indicando maior eficiência fisiológica. Além disso, o déficit hídrico reduziu os componentes de produtividade, com efeito mais pronunciado na variedade Guabiju, que apresentou menor número médio de grãos por vagem e menor número total de grãos por planta. Os resultados indicam maior estabilidade fisiológica da variedade Regional sob condições de restrição hídrica, evidenciando maior potencial de adaptação à seca.

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Publicado

13-10-2026

Edição

Seção

Ciências Agrárias - Campus Erechim