CARACTERIZAÇÃO DOS TUMORES CUTÂNEOS E DE METÁSTASES NO OESTE CATARINENSE.

Autores

  • Luiza de Oliveira Instituto Federal de Santa Catarina - Campus Chapecó
  • Otávio Ananias Pereira da Silva Ribeiro Universidade Federal da Fronteira Sul - campus Chapecó
  • Betina Drehmer da Rosa Universidade Federal da Fronteira Sul - campus Chapecó https://orcid.org/0009-0000-7477-7267
  • Carlos Consalter Universidade Federal da Fronteira Sul - campus Chapecó https://orcid.org/0009-0004-4123-7247
  • Marcos Euzébio Maciel Instituto Federal de Santa Catarina - campus Chapecó
  • Débora Tavares de Resende e Silva Universidade Federal da Fronteira Sul - campus Chapecó https://orcid.org/0000-0002-3813-7139

Palavras-chave:

Câncer de pele, Epidemiologia, Melanoma, Carcinoma basocelular, Saúde pública

Resumo

Introdução: Os tumores cutâneos representam as neoplasias mais frequentes no Brasil, correspondendo a um terço dos cânceres diagnosticados no país. Objetivo: Caracterizar os tumores prevalentes no Sul do Brasil, analisando aspectos epidemiológicos, clínicos e terapêuticos, além de discutir disparidades regionais e os desafios relacionados ao diagnóstico precoce. Metodologia: Estudo epidemiológico quantitativo baseado em dados do Painel de Monitoramento de Tratamento Oncológico (DATASUS/INCA) entre 2015 e 2024. Análise de dois eixos:  (1) Comparação entre a associação da totalidade de diagnósticos de C43 versus C44 no período a variáveis temporais, demográficas e clínicas, submetida a testes de associação Qui-quadrado e coeficiente V de Cramer; (2) Associação entre o tempo de espera para início do tratamento e as referidas variáveis por meio da Análise de Variância Univariada (UNIANOVA). Resultados: Evidencia-se a grande quantidade de registros na região Sul (62.223 dos 148.420 analisados), e a concentração de casos nas faixas etárias entre 60 e 79 anos. A região de residência possui associação significativa com o tempo de espera para início de todos os tratamentos. Conclusão: Os tumores cutâneos constituem um desafio crítico à saúde pública no Brasil, reforçando a necessidade de estratégias de prevenção, diagnóstico precoce e políticas públicas eficazes.

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Publicado

13-10-2026

Edição

Seção

Ciências da Saúde - Campus Chapecó